!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD XHTML 1.0 Strict//EN" "http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-strict.dtd"> Panteras Rosa

quarta-feira, dezembro 10, 2008

Espaço ao Sobrenatural (uma rubrica ficcional)




"Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais... são pessoas naturais independentemente do género masculino ou feminino, e têm o direito de exercer os seus direitos e viverem uma vida independente na sociedade"

porque dependentemente do genero
....

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domingo, novembro 30, 2008

Espaço ao Sobrenatural (uma rubrica ficcional)

terça-feira, novembro 04, 2008

sexta-feira, outubro 24, 2008

Espaço ao Sobrenatural (uma rubrica ficcional)



Natal People (daqui)


"A recent medical innovation holds out the promise that this might be the first generation of transsexuals who can live inconspicuously. About three years ago, physicians in the U.S. started treating transgender children with puberty blockers, drugs originally intended to halt precocious puberty. The blockers put teens in a state of suspended development. They prevent boys from growing facial and body hair and an Adam’s apple, or developing a deep voice or any of the other physical characteristics that a male-to-female transsexual would later spend tens of thousands of dollars to reverse. They allow girls to grow taller, and prevent them from getting breasts or a period."

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quinta-feira, outubro 16, 2008

Espaço ao Sobrenatural (uma rubrica ficcional)


Heterosexismo é:

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segunda-feira, outubro 06, 2008

Espaço ao Sobrenatural (uma rubrica ficcional)

terça-feira, setembro 30, 2008

Espaço ao Sobrenatural (uma rubrica ficcional)

segunda-feira, setembro 22, 2008

Espaço ao Sobrenatural (uma rubrica ficcional)



-“Quem aplicar técnicas de PMA fora dos centros autorizados
é punido com pena de prisão até 3 anos.”


Num país imaginário chamado Pó, o direito de investigação de paternidade não é um direito que assiste ao gerado por toda a sua vida.
É uma prerrogativa do estado.
Mas
O estado abstem-se de investigar se houver um homem lá em casa.
Se no entanto, esse homem for sem tirar nem pôr, uma mulher, o estado ignora-a.

“Descompreendemos” como num caso há pudor em pôr á prova uma relação intima e no outro não. Dir-se-ia que poderíamos compreender, não fosse a doutrina relativa à PMA (quando o dador NÃO é um sedutor): “a procriação medicamente assistida visaria superar o sofrimento causado ao casal pela frustração do seu destino biológico.”.
Descompreendemos a própria conjugação frustração-destino-biológico. Compreendemos sim o desejo que as pessoas têm de serem adoptadas por crianças :)

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sábado, setembro 06, 2008

Espaço ao Sobrenatural (uma rubrica ficcional)

domingo, agosto 24, 2008

Espaço ao Sobrenatural (uma rubrica ficcional)

perguntaram-me:
"achas que as mentalidades podem mesmo mudar com uma lei?"

fiquei a matutar um pouco. respondi:
"sim, dão legitimidade aos visados de as mudarem el@s mesm@s"

e pensei
"não, as leis servem para manter mentalidades"

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quarta-feira, agosto 13, 2008

Espaço ao Sobrenatural (uma rubrica ficcional)

quinta-feira, julho 31, 2008

Espaço ao Sobrenatural (uma rubrica ficcional)

quarta-feira, julho 16, 2008

Espaço ao Sobrenatural (uma rubrica ficcional)



há qq coisa que me dana em tudo isto. Como começar? ah! uma frase célebre:
quando oiço falar em identidades saco logo da pistola.
os violentos são exímios em esgrimir identidades. Justificam-se sempre com elas: objectificar o adversário_um corpo, razão desnecessária.
A identidade apaga-nos. É um mal necessário, para o fight back. A identidade apaga os outros, enquanto identidades diferentes. É tribal (e sim, as tribos são sistemas sexuais).

mudando no mesmo assunto;
Hoje resolvi espantar-me com isto, apesar de já conhecer há uns tempos:

o irão é ocidente ou oriente?

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segunda-feira, julho 07, 2008

Espaço ao Sobrenatural (uma rubrica ficcional)



É só para lembrar que a inseminação artificial nos está vedada por lei, a caseira criminalizada, a clínica proibida.
PORQUÊ?

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terça-feira, julho 01, 2008

Espaço ao Sobrenatural (uma rubrica ficcional)

sábado, junho 21, 2008

Espaço ao Sobrenatural (uma rubrica ficcional)

Quem Tem Medo Da Bicha Burguesa?

O feminismo é um assunto demasiado humano. Implica um desestruturação profunda do que tomamos por natureza, do pensamento binário, que excede em largo os estudos de género ou outros guettos do pensamento prático. Sistemas completos de "metáforas", sistemas simbólicos, são construídos sobre a oposição Homem/mulher, como o Zero se opõe ao um. Pensar que é menos que isso é estar ao engano, ou necessidade de estar embrenhado no processo de enfrentar o que é urgente e chocante.
Perante o que é urgente e chocante, não temos outra hipótese que a caridade. Remendos constantes, abrigos, diques, estruturas para-sociais onde os afectados possam descansar antes de saltar novamente para a corrente. Quem está em posição de fazer caridade?
"A alma nasce com a forma do corpo", dizia assim mais ou menos um velho, referindo-se ao combate entre a matéria e a ideia. O que é conceptual no feminismo vem também da academia, do isolamento, de longe da palavra comum.
Ademais, quem aguenta a desestruturação, a banca rota psicanalítica, se não estiver precisamente a passar por ela?
Por tudo isto o feminismo é negro. Mete as mãos na merda. Acaricia.
Um conservadorismo exclusivo em feminismo é repugnante. O poder é uma praxis, e a praxis é capaz de surpresas. Reclamar uma acima das outras, como a verdadeira é alinhar com o inimigo. Não é o intuito de todo o feminismo dissolver uma estrutura de poder já conhecida e instalada pela participação agente nessa estrutura?
Todo o tema sexual faz parte do feminismo porque faz parte do desequilibrio de poder baseado numa política reprodutiva-económica específica delineada para priviligiar o nome do pai.
Tomar LGBT e poliamor como desvios é curto. Poliamor não é monogamia, nem poligamia, cujo objectivo é privilegiar o nome do pai. LGBT são praxis atacadas por perturbarem o privilegio do nome do pai. Onde está a falta de feminismo nisto? Só se for falta de cartilha.

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segunda-feira, maio 19, 2008

Espaço ao Sobrenatural (uma rubrica ficcional)



devindo drogad@ (ou a era dos engenheiros loucos!)

If the soul is still more than a synaptic segregation
yet bothering and a burdening on such temple
Just trade those organs in the pawn shop
and throw off your skin on the first fire feast

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quinta-feira, maio 15, 2008

Espaço ao Sobrenatural (uma rubrica ficcional)




...De então a esta parte, nos ficámos entre os perplexos e os vivos. Sem filhos de deus, sem sujeitos históricos, nas mãos com a ideia que a verdade é um consenso performativo. Sem acção não há verdade, e sem paz não há verdade.
Ficámos com o inconsciente ao colo.

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quinta-feira, maio 08, 2008

Espaço ao Sobrenatural (uma rubrica ficcional)



O label, o rótulo, serve para discriminar. Nós e eles. Não diz quem fica por cima e por baixo no ranking das relações de poder. Mas essas o que dizem é quem pode agir ou não.

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segunda-feira, abril 28, 2008

Espaço ao Sobrenatural (uma rubrica ficcional)



Se a linguagem é um virus, a poesia é a concepção de novas estirpes.
escondida nas gavetas, sempre ela andou, e atrás dos olhos de alguns, bem pragmáticos e aborrecidos seres...
à espera do dia das plumas

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